17 de janeiro de 2010

#4

Ás vezes tentas ser rei de um reinado existente.
Só porque sim, só porque queres e pensas que podes.
Não és rei de nada, nem do nada que tens.
Não tens porque não.
Não tens porque nunca quiseste, nunca lutaste, nunca pediste, na verdade nunca desejaste.
Mas a rua está vazia agora e estende-te o tapete vermelho. É a tua hora de brilhar.
É a hora do perdão, podes renascer.
(...)
Porque receias? Porque temes?
Acho que hoje entendeste o rei do nada que és...
E por isso, desististe.